Sobre Nós

Primeiro centro permanente de Educação Ambiental do país, o Parque Biológico de Vila Nova de Gaia consiste numa área agro-florestal deste concelho, com 35 hectares, onde vivem em estado selvagem centenas de espécies de animais e plantas. O objectivo do Parque Biológico é a compreensão, pelos visitantes, da paisagem da região, incluindo todos os seus componentes.

27 de jul. de 2007

Dia da Sobrevivência - a BD

Baseando-se no dia da Sobrevivência, uma participante, a Inês Pissarra, desenhou esta fantástica banda desenhada, que não podia faltar no nosso blog.

(para a imagem completa, carregar aqui)

O Diário de Bordo do Soldado Ricardo Maia

Depois de termos lido o texto do Soldado Maia sobre o dia da Sobrevivência, achamos que seria interessante um texto sobre a semana toda, dentro do mesmo género. Pedimos e ele concordou em escrevê-lo. Infelizmente, no último dia, não houve tempo para que fosse lido para os pais.
Assim, aqui está:

"Diário de Bordo (um tanto ou quanto mais complexo)

Foi no dia 7 de Julho, um sábado, que o nosso exército, mais conhecido por Parque Biológico, nos abriu as portas. Todos nos encontrávamos cheios de ansiedade para que a recruta começasse, despedimo-nos das nossas famílias, conhecemos os nossos Capitães (ou seja os monitores), os nossos novos colegas e as regras do Parque. O Capitão Fernando começou a revelar-se um monitor muito simpático e muito exigente, viciado em adivinhas difíceis mas com respostas que até é melhor nem falar (digo isto por serem tão fáceis), também se mostrou esperto e sábio quanto às plantas do exército. De seguida, formaram-se dois pequenos grupos: os mais pequenos eram os recrutas e os mais velhos, como já tinham alguma experiência, os soldados. Jantamos e já à noitinha realizámos uma visita nocturna aos vastos terrenos do exército, iluminados pelos inúmeros pirilampos que nos levaram à estranha e assustadora casa do Chasco, local onde se encontram todos os animais nocturnos do Parque. Aqui, a nossa tarefa foi manter a ordem e evitar que os animais organizassem uma festa durante a noite e não deixassem dormir ninguém. Fomos guiados pelo experiente Capitão Daniel, é o que sabe mais sobre a biologia do Parque e o que está lá há mais tempo, tal como ele diz, gosta mais daquilo do que chocolate. Mais tarde, na cama, todos adormecemos rapidamente pois estávamos exaustos. No entanto conseguíamos ouvir estranhos ruídos provenientes dos nossos colegas, como por exemplo: “xi rôoo” e “clock”. No dia seguinte conhecemos melhor o Parque e os nossos colegas com os jogos de cores, cheiros e sabores; mais tarde pudemos relaxar com a noite de cinema, vimos o filme “Noite no Museu” e comemos a ceia que nos foi entregue pela Capitã Inês, ela é a responsável, muito simpática e amigável com vantagem de ser a mais calma e logo, a menos exigente. Depois fomos dormir novamente.
Segunda acordamos muito cedo, tomamos o pequeno-almoço e caminhamos até à região menos conhecida do Parque e também uma das mais bonitas, era a Amazónia em Portugal e encontrava-se junto ao rio Febros. Este era o dia da sobrevivência e aí fizemos um pouco de tudo, pescamos, comemos a pouca comida que tínhamos (isto, como é óbvio, é um exagero) e construímos uma tenda com o material que tínhamos à nossa mercê, como bambu e folhas, não esquecendo a parte em que o nosso navio de lata se afundou no rio Febros, com uma profundidade de 50 centímetros. Todos nós, soldados e recrutas, a tremer de frio da água gelada, estávamos desorientados e assustados com a situação, enquanto que um estranho público se ria exageradamente do que se tinha passado, (para mais informações, agradecia que visitassem o post (neste blog) do dia 9 de Julho). De noite, realizámos o assalto ao acampamento e mais uma vez fomos dormir depois da ceia.
No dia seguinte, Terça, preparamo-nos para ir alimentar os diferentes animais que existem no Parque, deviam ser almirantes, porque eram muito mais importantes e bem alimentados do que nós. Os recrutas e soldados dividiram-se em 3 grupos: um deles encarregou-se de lavrar e colher a comida deles no campo; o outro encarregou-se de lavar e alimentar todas as espécies de aves que o galinheiro continha; e, por fim, o último alimentou os outros animais de quinta, como os elegantes cisnes, a porca gigante que mais tarde foi baptizada Ricardete, os burros que eram inteligentes e o grande e forte rebanho de ovelhas. Quando a tarefa terminou, almoçamos e depois jardinamos durante a tarde. É bom lembrar que o pequeno (ou não) recruta Ricardo Ruivo fez anos neste dia. A nossa actividade nocturna foi o animado Karaoke, todos os recrutas tiveram oportunidade de cantar, os soldados também e o mais impressionante é que os capitães também! Os Capitães Fernando e Daniel cantaram com uma coreografia guerreira esplêndida a “Mãe Querida”; a Capitã Inês, alguns soldados e, mais uma vez, o Capitão Daniel cantaram “La Bamba” e a Capitã Marta a “Pobres dos Ricos” da Floribella, esta com óptimo tom, até pensei que fosse a própria Floribella que estivesse lá. A Capitã Marta é preocupada e trabalhadora, amiga e simpática, no entanto, adora praticar yoga, reparem no “1,2,3…”.
Quarta-feira acordamos mesmo muito cedo e partimos nos nossos tanques de guerra para o Gerês, é bom salientar que o Sargento Brito era o condutor e que levávamos connosco outra aniversariante, a Maria João. A viagem foi longa e cansativa, mas quando chegamos ao Gerês, à Mata da Albergaria, ainda mais longa e cansativa foi, pois, no desespero, marchamos 13 km, cá para mim 13 mil, a sede e a seca fez alguns soldados ficar para trás e até mesmo não resistir. De noite reparamos que a Capitã Tatiana (ou D. Tânia) se encontrava muito cansada, ela é a mais brincalhona, mas também é muito exigente com o irritante hábito de nos obrigar a estar 2 a 2 de mãos dadas. Jantamos numa casa, conhecida como Casa do Rego, construída em 1922 com mobiliário da altura, antigo, limpa e, ao mesmo tempo, assustadora, pertencia aos sogros da General Telma, era ela que mandava em nós e nos capitães, ela era o poder. Com o cansaço não foi difícil dormir, nessa noite.
Quinta, estávamos prontos para um novo e enorme percurso quando o Capitão Fernando teve a feliz ideia de o cancelar, logo não fizemos mais nada durante o dia, o que me faz passar para sexta, o dia da festa. Trabalhamos, cozinhamos e fizemos a decoração para a tão esperada festa de gala e despedida. Ao fim da noite, finalmente, a festa começou e prolongou-se toda a noite e foi só rambóia até de madrugada, afinal no dia seguinte íamos embora deste espaço de aventura.
Esse dia é hoje e eu apenas quero deixar um grande e forte abraço para todos os meus colegas e a espectacular equipa que nos acompanhou.

Adeus e até pró ano…O soldado Ricardo Maia"

16 de jul. de 2007

Gala de Óscares

No final da festa, os monitores organizaram uma pequena gala de óscares.

As categorias: "A Cansada"; "O Comilão"; "O Brincalhão"; "O Distraído"; "O Dorminhoco"; "O Sr. Teorias"; "O Traquinas", "O Castiço" e "O Melhor da Semana".

E os vencedores são:



13 de jul. de 2007

Todo este dia foi dedicado à Festa de Verão. De manhã, os participantes prepararam as suas pequenas surpresas para apresentarem nessa noite e no dia seguinte aos pais.


Da parte da tarde, o grupo dividiu-se: enquanto uns se entregaram à decoração, outros dedicaram-se à culinária, preparando as sobremesas e o jantar de gala.


Depois do banho tomado, começa a festa! Comida, música, dança, limbo; todos os ingredientes para uma noite de diversão.

12 de jul. de 2007

Aventuras no Gerês - dia 2

Logo de manhã, após o pequeno-almoço, desmontaram-se as tendas e arrumaram-se as malas, uma vez que, um pouco antes do almoço estávamos mais uma vez de partida. A caminhada prevista para esta tarde foi cancelada, mas em compensação, paramos junto ao rio onde os participantes puderam tomar banho e refrescar-se. Um verdadeiro momento de descontração após uma semana muito cansativa!





11 de jul. de 2007

Aventuras no Gerês - dia 1

Neste primeiro dia de Aventuras no Gerês, acordamos bem cedo para chegar cedo ao Gerês. Ainda assim lá chegamos por volta do meio-dia e após uma breve paragem para almoço, começamos a caminhada de cerca de 10km através da Mata da Albergaria, um dos pouco locais no país quase intocado pelo Homem. Aqui descobrimos muitas maravilhas que muito dificilmente veremos noutras partes do país. Desde as enormes sequóias até às pequenas plantas, passando por vários tipos de escaravelhos, borboletas e libelinhas. A caminhada foi dura, mas todos sobreviveram e desfrutaram da paisagem. Ao final da tarde, lanchamas junto a um pequeno rio onde molhamos os pés para refrescar.

Fomos então para a casa onde passamos a noite, aqui o tempo passou rápido: entre tomar banho e montar as tendas, chegou a hora do jantar e depois deste a Noite de Estrelas, com o Henrique, que também nos havia guiado e ensinado durante o percurso.

10 de jul. de 2007

Neste dia, de manhã, realizou-se a actividade "À roda dos animais" na qual os participantes tiveram a oportunidade de interagir directamente com os animais. Enquanto uns tratavam da paparoca, outros preparavam-lhes as camas.

De tarde, foi a vez das plantas com a actividade "Toca a Jardinar". Aqui os participantes puderam deixar a sua marca no Parque, plantando um canteiro de plantas aromáticas junto à Quinta do Bogas.

Depois do jantar, foi a noite de Karaoke, em que todos cantaram e encantaram.

"Diário de bordo
Era cedo quando acordamos, arranjamo-nos, lavamos os dentes e, pouco mais tarde, fomos tomar o pequeno almoço. Pouco depois começou a nossa viagem, estávamos carregados e cansados, contudo, a aventura ainda agora tinha começado. Rapidamente chegamos ao porto do nosso pequeno navio de lata, parecia uma floresta tropical, mesmo da Amazónia. Os soldados (os maiores) foram, a mando dos Capitães (monitores), cortar canas e paus para a construção do porto e lavrar a terra; enquanto isso os recrutas (os mais pequenos) encarregavam-se das cores e formas do porto, afinal ele encontrava-se deserto. Finalmente começa a construção, os soldados que chegavam e os recrutas junto da Capitã Marta, foram pintados com máscaras de guerra e também, por muito curioso que seja, de palhaços: em sinal de respeito e alegria. O porto ficou espectacularmente bem construído, ainda no seu estilo amazónico e de seguida todos comemos alguns restos de comida para o almoço e fomos pescar para o jantar. Foi nessa altura que o desastre começou. Toda a tripulação foi mandada para o nosso pequeno navio de lata e a verdadeira viagem aqui se inicia. O barco ia a toda a velocidade, comandado pelo Capitão Daniel, mas, não muito depois, o navio naufragou e a tripulação caiu ao rio Febros e, deseperada, tentou salvar-se nadando e gritando, enquanto um misterioso público se ria exageradamente de alegria (curioso era que o rio não tinha mais de 50 centímetros de profundidade). A seguir, zangados, os capitães lutaram entre si no rio, ganhando a Capitã Tatiana. Os recrutas e os soldados, novamente cansados, foram comer uma pequena e agradável merenda a meio da tarde, liderada pela amigável Capitã Inês. Todos nos encontrávamos imundos, no caminho de regresso, quando do meio do nada, nos surge um oásis chamado "Hospedaria do Parque", onde nos pudemos lavar e arranjar.
Por agora é tudo, pois o exigente Capitão Fernando está a exigir que se vá jantar, uma vez que temos de tar fortes e rijos para a próxima actividade, um famoso ritual guerreiro: o Assalto ao Acampamento do exército do lado. Portanto, Adeus!

O soldado Ricardo Maia"


Assalto ao Acampamento: as duas equipas

9 de jul. de 2007

Pela manhã foi desenvolvido o jogo "Guardiões da natureza", onde os participantes tiveram a oportunidade de conhecer o parque aprendendo a sua história e descobrindo as suas curiosidades.
Depois do almoço foi desenvolvido o jogo "Cheiros, cores e sabores", onde de olhos vendados os participantes andaram pelo parque desenvolvendo os sentidos.
À noite vimos o filme "Noite no Museu" e comemos pipocas, o que foi bastante divertido.

"Guardiães da Natureza"


"Jogos de cores, cheiros e sabores"

"Noite de cinema"